Abaixo-assinados


Carta-Compromisso para os candidatos a vereador de Campos dos Goytacazes

Caros candidatos e candidatas, a assinatura da carta-compromisso com a Economia Solidária está encerrada. Agradecemos desde já aos que se comprometeram com as políticas públicas para Ecosol pelos próximos quatro anos.

Por motivos eleitorais, as publicações dos vídeos e postagens, serão feitas pelo perfil do Instagram: ecosolcampos.

 

No dia 15 de novembro os brasileiros irão às urnas para votar nos parlamentares e chefes do executivo que irão representá-los no município pelos próximos quatro anos. Uma das formas mais democráticas de escolher seus representantes é avaliar suas propostas e cobrá-los ao longo de sua gestão. Por isso, a Economia Solidária de Campos dos Goytacazes-RJ, que recebe a assessoria da Incubadora Tecnológica de Empreendimentos Populares da UENF (ITEP/UENF), quer saber se os mais de 800 candidatos à uma das 25 cadeiras no legislativo campista, estão atentos e se comprometem a lutar pelos anseios dos mais de 22 mil trabalhadores da Economia Solidária do município.

Clique no banner abaixo do texto, leia a carta-compromisso da ECOSOL e mostre o seu interesse por uma das mais importantes formas de trabalho e renda em Campos Dos Goytacazes.

Se a opção for pela assinatura presencial da carta-compromisso, mande um e-mail para itep@uenf.br com nome completo e celular que agendaremos um encontro para formalização do seu compromisso com os trabalhadores da Ecosol em Campos-RJ.

Os candidatos que assinarem a carta-compromisso poderão enviar um vídeo de até 1 minuto de duração contendo suas propostas para a Economia Solidária. O vídeo ficará disponível no feed das redes sociais da Economia Solidária de Campos-RJ, bem como no perfil da ITEP/UENF, entre os dias 9 e 13 de novembro, véspera das eleições municipais.

E-mail para o envio do vídeo: itep@uenf.br

Eventos





ITEP UENF e Instituto Bem estar Brasil se reúnem com autoridades em Santo Antônio de Pádua e Miracema


Objetivo foi discutir ações para Economia Solidária no Noroeste Fluminense

 

Por Ascom ITEP/UENF

Equipes da Incubadora Tecnológica de Empreendimentos Populares (ITEP/UENF) e do Instituto Bem Estar Brasil estão realizando uma série de visitas técnicas a municípios do Noroeste Fluminense. Nesta semana, a comitiva foi recebida por autoridades do poder executivo em Santo Antônio de Pádua e Miracema, cidades promissoras no contexto da Economia Solidária, cujas atividades estão sendo discutidas para uma futura parceria com o projeto de extensão da Universidade Estadual do Norte Fluminense, a UENF. Entre os objetivos dos encontros, estão o fortalecimento dos laços com o poder público, no que tange às políticas para os trabalhadores da Ecosol, além da apresentação do Circuito Fluminense de Cultura Popular e Economia Solidária-Etapa Noroeste, que deve ocorrer no mês de julho.

“Nós estamos estreitando parcerias para o Circuito Etapa Noroeste Fluminense e, atrelado a isso, temos conseguido discutir, em alto nível, as possibilidades de um planejamento regional para a Economia Solidária”, afirmou Nilza Franco, consultora em Economia Solidária e membro da ITEP/UENF.

Entre as autoridades de Santo Antônio de Pádua, participaram das reuniões a secretária de Assistência Social, Claudineia Valéria Cardoso e, pela Secretaria de Agricultura, Adenilson Ferreira. Já em Miracema, o poder público se fez presente pelo chefe do executivo, o prefeito Clovis Tostes de Barros, Eduardo Lúcio Tostes Botelho, secretário de Cultura e Turismo e Carlos Eduardo Fingolo, presidente da Associação de Artesãos de Miracema. Já a UENF teve a representação do doutorando Stener Romanel Ambrósio e da assessora técnica da ITEP, Nilza Franco Portela. Pelo Instituto Bem Estar Brasil, Kassia Guarnier.

“Nós, representantes do FCP, ITCPs Fluminenses e fóruns municipais estamos discutindo há bastante tempo as possibilidades de ampliação das atividades da Ecosol para todo o interior do Rio. As políticas públicas têm essa interface regional, principalmente na circulação de mercadorias entre os municípios. Com a pandemia, a criação de empregos virou uma preocupação, mas organizar os trabalhadores para que melhorem suas rendas é uma alternativa viável e necessária”, completou Nilza.




ITEP/UENF realiza consultoria para Ecosol no Noroeste Fluminense


Representantes do poder público em Santo de Pádua escolheram a
ITEP pela expertise no assunto

 

Por Ascom ITEP/UENF

A Incubadora Tecnológica de Empreendimentos Populares da UENF, em Campos-RJ, realizou nesta semana uma consultoria para gestores públicos de Santo Antônio de Pádua, no Noroeste Fluminense. Na ocasião, Ector Aguiar Muniz, subsecretário de Turismo e Jorge Luis dos Reis, subsecretário de Atos, Elaboração de Minutas e Gerenciamento de Dados da prefeitura de Pádua, visitaram as dependências da universidade onde funcionam projetos assessorados pela ITEP e receberam a consultoria da integrante da Incubadora e especialista em Economia Solidária, Nilza Franco Portela.

O projeto Rede de Economia Solidária Norte e Noroeste Fluminense tem como meta atender, também, cidades da área de abrangência da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF). O objetivo é discutir a questão do Marco Legal, a organização de políticas públicas e a instituição do Movimento de Economia Solidária nos municípios.

Segundo Nilza Franco, a partir da realização do Circuito Norte/Noroeste de Cultura Popular e Ecosol, os gestores públicos têm se mostrado sensíveis à alianças solidárias em prol da causa, que enfrentou dificuldades a partir de 2017, com a crise financeira no estado do RJ e a instabilidade política em algumas cidades.

“No passado, nós tínhamos 17 municípios organizados, mas acabamos perdendo um pouco do feeling. A partir do Circuito Fluminense de Cultura Popular e Economia Solidária, estamos recuperando a confiança dos gestores e a capacidade de organização com os municípios. No caso de Santo Antônio de Pádua, especificamente, estamos planejando formas para estruturação de um programa intersetorial com a participação de secretarias ligadas à pesca, turismo, cultura e agricultura. O principal objetivo é promover a assistência que a Economia Solidária necessita”, a explicou Nilza Franco Portela, consultora em economia solidária e membro da ITEP/UENF.







Plenária do Fórum de Economia Solidária de Campos dos Goytacazes






Economia Solidária de Campos realiza plenária para discutir políticas públicas para mais de 20 mil trabalhadores

 

Por Ascom ITEP/UENF

Após um ano em que a pandemia escancarou as desigualdades sociais, num tempo em que atitudes de empatia preservaram vidas, mas também trouxeram consequências econômicas, como a maior série histórica de desemprego no país (14,3% – Equivalente a 14 milhões de desempregados), a coletividade foi a mola propulsora para saltar da crise. Em Campos-RJ, um grupo estimado de 20 mil trabalhadores da Economia Solidária se dedicou à atividade e as alternativas que a pandemia lhes proporcionou, como a autogestão de seus negócios através das redes sociais.

Em um cenário em que quantidade de profissionais da Ecosol pode ter dobrado, segundo estimativa do Fórum de Economia Solidária de Campos, será realizada a primeira plenária de 2021. O encontro virtual, que acontece pela plataforma Google Meet, será nesta quarta-feira (03), às 16h, e terá a participação de representantes do movimento de Economia Solidária e do poder público. Já confirmaram presença, por exemplo, o Diretor de Economia Solidária de Campos, Sandro Figueredo; o Subsecretário de Igualdade Racial e Direitos Humanos, Gilberto Firmino Coutinho Junior (Totinho) e o Secretário de Agricultura de Campos e professor da UENF, Almy Junior Cordeiro de Carvalho.

Entre os assuntos que serão abordados estão a apresentação dos novos gestores públicos diretamente ligados à Ecosol, as alternativas de comercialização de produtos para os trabalhadores do setor, além da discussão de políticas públicas voltadas aos profissionais da agricultura, artesanato, pesca e outras atividades relacionadas à Economia Solidária.

“Trazer a discussão das políticas públicas para o movimento de Economia Solidária é extremamente importante. Mostra o papel do poder público municipal de assumir que há uma profunda necessidade de articulação, para um modelo econômico que promova trabalho e renda a grupos que têm dificuldade de inserção no mercado de trabalho formal”, destacou Nilza Franco Portela, membro do Fórum de Economia Solidária.

 

**O que é Ecosol: *

Economia Solidária é um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver. Sem explorar os outros, sem querer levar vantagem, sem destruir o ambiente. Cooperando, fortalecendo o grupo, cada um pensando no bem de todos e no próprio bem.

A economia solidária vem se apresentando, nos últimos anos, como inovadora alternativa de geração de trabalho e renda e uma resposta a favor da inclusão social. Compreende uma diversidade de práticas econômicas e sociais organizadas sob a forma de cooperativas, associações, clubes de troca, empresas autogestionárias, redes de cooperação, entre outras, que realizam atividades de produção de bens, prestação de serviços, finanças solidárias, trocas, comércio justo e consumo solidário.

Nesse sentido, compreende-se por economia solidária o conjunto de atividades econômicas de produção, distribuição, consumo, poupança e crédito, organizadas sob a forma de autogestão.

*Fonte: EcosolBaseBrasília

Plenária mensal do Fórum de Economia Solidária

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